sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Lucrou na venda de um imóvel? Veja como declarar no IR


Consultores ensinam como informar corretamente ao Leão o ganho de capital na transferência de bens


Taís Laporta- iG São Paulo | 18/03/2013 06:00:00

Imposto de Renda incide sobre o lucro na venda de imóveis
Toda vez que o contribuinte vende um bem de valor – como imóvel ou carro – é obrigado a declarar à Receita Federal o lucro obtido nesta transação, já que o Imposto de Renda incide sobre ele. Informar de maneira errada este ganho de capital é um dos motivos que levam à malha fina.
Por isso, consultores alertam que, fora os casos de isenção, qualquer bem ou direito que foram transferidos no ano-calendário anterior devem ser mencionados na declaração do IR. “Quem vendeu seu único imóvel no valor de até R$ 440 mil ou usou o dinheiro da venda para adquirir outro, dentro de 180 dias, está isento do imposto”, exemplifica Tethuo Ogassawara, sócio-diretor da KSI Brasil.
Têm isenção, ainda, perações de compra e venda inferiores a R$ 35 mil – e R$ 20 mil no caso do mercado de ações. Quem vendeu com lucro um imóvel que possuía antes de 1969 também está dispensado de pagar imposto, como lembra o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.
Na venda de um imóvel adquirido até 31 de dezembro de 1988, há um desconto do imposto proporcional ao ano da compra (veja a tabela abaixo). “Por exemplo, um imóvel comprado em 1986, se vendido com lucro em 2012, teria redução de 15% no cálculo do ganho de capital”, explica o consultor da KSI.
Confira o desconto progressivo do IR sobre o lucro de imóveis antigos:
ANO DE AQUISIÇÃO
% DE REDUÇÃO
ANO DE AQUISIÇÃO
% DE REDUÇÃO
1969
100%
1979
50%
1970
95%
1980
45%
1971
90%
1981
40%
1972
85%
1982
35%
1973
80%
1983
30%
1974
75%
1984
25%
1975
70%
1985
20%
1976
65%
1986
15%
1977
60%
1987
10%
1978
55%
1988
5%

COMO DECLARAR O LUCRO
Domingos, da Confirp, recomenda ao contribuinte que baixe o aplicativo “ Ganho de Capital”, no site da Receita Federal (veja abaixo), e preencha as informações de todos os bens transferidos a terceiros. “Os dados serão exportados para a declaração do IR, na ficha ‘Ganho de Capital’, e os rendimentos serão lançados nas categorias correspondentes ('Isentos' ou 'Tributados Exclusivamente na Fonte'), dependendo dos valores da operação”, instrui o consultor.
Aplicativo da Receita ajuda a informar ganhos de capital no IR 2013



Receita Federal
Aplicativo da Receita ajuda a informar ganhos de capital no IR 2013 
Depois, ao preencher a declaração do IR 2013, o contribuinte deve descrever o bem que foi vendido na ficha “Bens e Direitos”, com o valor de venda, a data da operação e o nome ou razão social e CPF/CNPJ do comprador, explica Domingos. “Na coluna ‘Situação em 31/12/2011’ deve-se repetir o valor lançado na declaração anterior. Já no tópico “Situação em 31/12/2012”, deve-se informar o valor zero”.
Se a venda do bem foi feita a prazo, as parcelas a receber, a partir de janeiro de 2013, precisam estar informadas em “Crédito Decorrente de Alienação”, na linha 52 da ficha de “Bens e Direitos”. Neste caso, deve-se colocar o valor do crédito, o prazo e as condições combinadas, além dos dados pessoais do devedor, orienta o diretor da Confirp.
Se o contribuinte possuía apenas uma parte do bem (50%, por exemplo), deve declarar o ganho de capital da mesma forma, mencionando o valor proporcional a sua participação na venda, e sempre observando se há isenção, segundo Ogassawara, da KSI.
Caso o contribuinte tenha construído uma casa ou prédio e lucrado com sua venda, deve-se considerar o custo da construção, como explica o consultor Domingos. “O cálculo leva em conta o montante investido no imóvel, como o valor pago no terreno, benfeitorias, edificação, ampliação e gastos de regularização como impostos e registro em cartório”.
O especialista da KSI alerta que todos os gastos com a obra do imóvel, assim como o valor do terreno, devem ser comprovados com documentos legais.
Outra dúvida frequente é sobre a necessidade de atualizar anualmente na declaração o valor do imóvel, conforme sua valorização de mercado. Segundo os especialistas consultados, este procedimento não deve ser feito, a menos que o imóvel tenha sofrido modificações ou melhorias. Deve-se, portanto, declarar sempre o valor da aquisição do bem, até que ele seja vendido.

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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Caixa corta juros e estende financiamento de imóvel para 35 anos



da redação | 06-06-2012 09:55:09
Os mutuários que pegarem financiamentos habitacionais da Caixa Econômica Federal a partir da semana que vem terão mais cinco anos para quitarem os empréstimos. O banco ampliou o prazo do crédito habitacional de 30 anos para 35.


Os empréstimos serão feitos com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que opera com o dinheiro da caderneta de poupança. A instituição também reduziu as taxas de juros para essas modalidades.
Para imóveis financiados pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), as taxas caíram de 9% para 8,85% ao ano. Para os imóveis fora do SFH, os juros caíram de 10% para 9,9% ao ano. Os financiamentos do SBPE beneficiam apenas os mutuários que ganham mais de R$ 5,4 mil por mês, ou adquirirem imóveis de mais de R$ 170 mil.
O banco também ampliou o prazo dos financiamentos para a construção de casas e apartamentos com recursos da poupança. A partir da próxima semana, as construtoras e incorporadoras terão 36 meses para pagarem os empréstimos. Atualmente, o prazo corresponde a 24 meses. Os juros dessas linhas também foram reduzidos de 11,5% para 10,3% ao ano.


Para a construção de imóveis comerciais, os juros efetivos caíram de 14% para 13% ao ano. Nas operações de financiamento para a construção e aquisição de imóvel para uso próprio, a empresa pagará taxa de 12,5% ao ano, ante 13,5% cobrados atualmente. Em todos os casos, o mutuário também pagará a Taxa Referencial (TR), juros variáveis cobrados nos fibnanciamentos imobiliários. No entanto, as taxas efetivas podem ficar ainda menores se o mutuário for correntista da Caixa.


As mudanças não valem para financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que inclui o Programa Minha Casa, Minha Vida. Para essas modalidades de financiamento, o prazo continua em 30 anos. Segundo o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, o aumento do prazo dessas linhas de crédito depende de aprovação do Conselho Curador do FGTS. “A Caixa já pediu autorização ao Conselho Curador para aumentar o prazo”.


De acordo com o vice-presidente, a Caixa estima em R$ 96 bilhões a concessão de financiamentos habitacionais neste ano, ante R$ 80 bilhões do ano passado. Até maio, o banco havia emprestado R$ 36,7 bilhões, ante R$ 25 bilhões nos cinco primeiros meses do ano passado.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Casas no interior são mais baratas e maiores do que em São Paulo



A compra de um imóvel pode se tornar uma tarefa bastante complicada. Além de todo o planejamento financeiro que esse tipo de compra exige, é preciso selecionar bem o local. Entre outras observações importantes que devem ser feitas, os interessados devem considerar o valor do metro quadrado. No interior de São Paulo, por exemplo, ele pode custar muito menos do que na capital.
O preço médio do metro quadrado no Itaim Bibi, bairro bastante procurado em São Paulo, custa R$ 8.060, segundo recente índice do mercado imobiliário. Esse valor faz com que um apartamento de 2 dormitórios – de 90 a 120 metros quadrados – varie entre R$ 370 mil e R$ 1,85 milhão.
Condomínios afastados
Se o interessado quiser comprar um imóvel mais amplo, o preço bate facilmente os R$ 5 milhões. Porém, a alguns quilômetros de distância da capital, há ofertas de condomínios às margens da Rodovia Castela Branco, com área de 1.000 metros quadrados que chegam a custar R$ 250 mil.
De acordo com o diretor da Senpar Terras de São José, Cesar Ferdermann, para quem busca luxo e alguns itens que dificilmente seriam possível em São Paulo, é possível optar por lotes a partir de 2300 m² em um espaço que inclui hípica, campo de golfe, quadras de tênis, ampla área verde, além de sistema de comunicação integrada com fibra ótica, energização subterrânea e reutilização e tratamento de água.
Esse é o caso do condomínio Terras de São José II, onde os lotes custam a partir de R$ 550 mil. Além do custo do lote, claro, é preciso adicionar o custo da construção, entretanto, comparativamente com o que é possível encontrar em bairros como o Itaim, pode ser uma grande vantagem.
“Outro exemplo é o loteamento Fazenda SerrAzul, às margens da rodovia dos Bandeirantes, a 40 minutos de São Paulo e a 10 minutos de Campinas. Os lotes neste condomínio possuem 1200m² e custam em média R$ 450 mil”, diz Ferdermann.
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terça-feira, 10 de abril de 2012

Dois anos da nova Lei de Locações e o mercado imobiliário





A Lei 12.112/2009 entrou em vigor em 24 de janeiro de 2010, trazendo mudanças relevantes ao texto da Lei do Inquilinato. Após dois anos, entretanto, não há consenso quanto aos efeitos das novas regras sobre os preços dos aluguéis e sobre o valor de venda dos imóveis. É importante lembrar que a maior parte das mudanças trouxe benefícios ao locador, facilitando a retomada do imóvel no menor tempo possível, e ampliando as garantias do contrato de locação.
Considerando um cenário econômico estável, este quadro deveria levar a um aumento nas demandas judiciais por determinado período de tempo (de dois a três anos), ocorrendo em seguida uma estabilização no número de ações propostas, após a adaptação dos novos contratos de locação às normas vigentes. As alterações também deveriam facilitar a rápida disponibilização de imóveis no mercado, diminuindo o valor médio dos aluguéis e dos preços de venda.
O cenário econômico brasileiro mudou muito nos últimos dois anos, entretanto, e a valorização dos imóveis é um fenômeno notório. Nesse contexto, não é possível afirmar que as alterações ocorridas no número de novas ações judiciais envolvendo contratos de locação (despejos, renovatórias, revisionais de aluguel, consignatórias) reflitam as mudanças na legislação. Também não é possível afirmar que a maior facilidade na retomada dos imóveis alugados apresentou reflexos significativos sobre os mercados de aluguéis e de vendas.
As estatísticas apresentadas pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo quanto às ações judiciais envolvendo locações, iniciadas entre os anos de 2010 e 2011, não permitem chegar a uma conclusão segura. Em 2010 o Tribunal recebeu 17.206 novas ações envolvendo locações, sendo 14.330 ações de despejo por falta de pagamento. Já em 2011 o Poder Judiciário paulista recebeu 16.021 ações, sendo 12.610 despejos por falta de pagamento.
Sem entrar no mérito das alterações promovidas pela Lei 12.112/2009, que de forma indiscutível favoreceram os locadores, a intenção do legislador, ao promulgar esta norma, era prestigiar o direito de propriedade do titular do imóvel. E aliviar a demanda do mercado imobiliário nacional. O objetivo era colocar imóveis prontos no mercado brasileiro, o mais rapidamente possível.
As estatísticas oficiais, como demonstrado, apontam uma diminuição nas ações judiciais de despejo nos últimos dois anos, sendo possível afirmar que estas ações apresentaram um percentual significativo de retomadas, diante das alterações sofridas pela Lei de Locações. Ocorre que os números apresentados ainda são pequenos se comparados à demanda por imóveis, especialmente no Estado de São Paulo.
O SECOVI-SP (Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo) estima que apenas na cidade de São Paulo, em outubro de 2011, foram vendidos 2.017 imóveis residenciais novos, contra 3.237 em setembro do mesmo ano. Portanto – e apesar das claras intenções do legislador –, é improvável que a mudança legislativa tenha influenciado o mercado imobiliário brasileiro de maneira relevante.
As mudanças trazidas pela Lei 12.112 foram, sem dúvida, significativas para as relações entre locadores e locatários. Pode-se dizer que o legislador avançou até onde foi possível nestas relações, chegando muito perto de romper o equilíbrio entre as partes do acordo de locação, em seu intuito de proteger os direitos do locador e disponibilizar o maior número possível de imóveis para o mercado.
Ocorre que estas mudanças ainda não surtiram o efeito esperado. Resta saber se a demanda potencial do mercado brasileiro, represada por décadas, poderá ser satisfeita de maneira significativa pelos imóveis que serão disponibilizados com base na “nova” Lei de Locações nos próximos anos.
* Mario Cerveira Filho é advogado formado pela PUC-SP. Sócio do escritório Cerveira Advogados Associados, professor de Pós-Graduação Latu Sensu do Curso de Direito Empresarial da Universidade Presbiteriana Mackenzie, professor de Pós-Graduação do Curso MBA Gestão de Franquias da Fundação Instituto de Administração (FIA), professor de Pós-Graduação do Curso MBA – Gestão do Luxo da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP e Ex-Assessor da Presidência do Tribunal de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil – São Paulo
** Francisco dos Santos Dias Bloch é advogado formado e pós-graduado em Direito Processual Civil pela PUC-SP. Atua no escritório Cerveira Advogados Associados.

O seu nome também é uma marca – por Rafael Koshima







Como podemos notar no mercado existem algumas marcas com um grande poder sobre a população. No dia 22/03/2010, por exemplo, foram publicadas as 500 marcas mais valiosa do mundo, pesquisa realizada pela Brandirectory. Com o crescimento que o Google tem mostrado a cada ano, não foi uma surpresa conquistar a 1° posição no ranking.
Como o Google, nosso nome está no mercado e possivelmente sendo avaliado por alguma empresa, pessoa ou qualquer um que se interesse pelo seu trabalho. Sendo assim devemos ter muito cuidado ao assinar ou publicar nosso nome em alguma mídia ou documento.
Uma característica das empresas de grande porte é o posicionamento. Para quem não sabe o que é posicionamento, vou explicar: qual sua opinião sobre os produtos da marca SONY, CANNON, IPOD? Com certeza você pensou em produtos de qualidade e que são produtos TOP de mercado, o posicionamento de uma empresa é a forma com que os consumidores vêem aquela marca e logicamente que para esse consumidor chegar a tal conclusão ouve um processo de ações de marketing.
E é assim que todos os profissionais devem fazer, posicionar seu nome no mercado como se fossem uma empresa. Alguns professores que tive na universidade me disseram o seguinte: “nunca entre em um reality show, a não ser que ganhe”, pois quando sair sempre será lembrado como perdedor mesmo que fique em 2° lugar, e qual a empresa quer um perdedor?
E para quem está entrando no mercado, tenha um posicionamento de “jovem talento” agregue valor ao seu nome, participando de projetos, eventos importantes, se inspire em pessoas que “todos” conhecem como grande profissional.
Vou citar algumas pessoas que realmente vale a pena conhecer um pouco: Bill Gates fundador da empresa Microsoft, já foi considerado o homem mais rico do mundo, Mark Elliot Zuckerberg fundador do Facebook reconhecido em 2010 como “Personalidade do Ano”segundo a Time, Eike Fuhrken Batista o único brasileiro entre os 10 mais ricos do mundo com uma fortuna de 30 Bilhões e um último exemplo Marcos Roberto Silveira Reis meu ídolo pessoal, que não poderia deixar de estar aqui 20 anos em um único clube e campeão da Copa do mundo de 2002 com a seleção Brasileira. Não importa em quem você vai se inspirar, o importante é o que ele fez para merecer isso, nunca esqueça: seu nome é sua marca.
* Rafael Koshima é publicitário. Artigo publicado originalmente no portal Vitrine Publicitária.

sábado, 31 de março de 2012

Vendas de imóveis usados devem crescer em 2012



São Paulo, 24 de fevereiro de 2012 – A operação brasileira da americana CENTURY 21, maior rede de franquias imobiliárias do mundo, prevê crescimento significativo nas vendas de imóveis usados em 2012. No último trimestre do ano passado as imobiliárias da Marca comercializaram em todo o país 664 imóveis de terceiros, ou seja, 107% a mais em comparação com o terceiro trimestre do mesmo ano. Para os primeiros três meses deste ano, a expectativa de crescimento é de pelo menos 25%.
Um dos fatores que deve impulsionar as vendas de imóveis usados é o acesso ao crédito imobiliário. “Estima-se que o financiamento imobiliário ultrapasse, neste ano, o montante de R$ 150 bilhões, um crescimento de 30% em relação a 2011”, afirma Ernani Assis, Presidente & CEO da Century 21 Brasil,  no Brasil e no Uruguai.
Além da facilidade de acesso ao crédito, há outros fatores que devem estimular a aquisição de imóveis usados. “Nos últimos anos vimos o Brasil passar por transformações políticas e sociais que fortaleceram sua economia e contribuíram para o bem estar da população. Esse aumento, aliado ao elevado déficit habitacional do país, se configurou em uma excelente oportunidade de crescimento, impulsionado por outros indicadores como o adensamento demográfico e o crescimento da população ativa”, explica Assis.
Paralelamente ao crescimento das vendas, os preços dos imóveis usados vão subir, enquanto que o valor dos lançamentos ficará estável. “Essa acomodação mostra que não há previsão de novos recordes de vendas, embora seja esperado um crescimento da cadeia da indústria da construção civil de 9% em 2012”.
De acordo com Assis, há uma previsão de redução no número de lançamentos neste ano. “O mercado imobiliário possui ciclos de expansão. As incorporadoras e construtoras estão se preparando para a entrega dos imóveis comercializados em 2009 e 2010 e é mais do que normal um ajuste na análise de viabilidade de novos lançamentos nestas regiões. Isso denota, também, a maturidade e a responsabilidade do setor”.

Expansão

Paralelamente aos índices da indústria, a CENTURY 21 Brasil Real Estate continua a crescer de forma agressiva no país, pretendendo abrir mais 70 lojas franqueadas em 2012, oferecendo às famílias brasileiras tranqüilidade e segurança em todas as transações imobiliárias através de profissionais altamente capacitados.
Além da representação imobiliária, a CENTURY 21 Brasil Real Estate possui vários produtos e serviços em suas lojas, como serviços de mudança; crédito imobiliário; seguro residencial e fiança locatícia; a opção de leiloar imóveis privados e descomplicados; e prevê iniciar até a venda de seguro de automóveis via web a partir deste ano.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis reconhece potencial brasileiro


A Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (AFIRE) divulgou recentemente o resultado de sua pesquisa anual onde o Brasil encontra-se na segunda colocação como país que oferece uma das melhores oportunidades de valorização dos investimentos imobiliários, perdendo somente para a China.
Em 2009, o Brasil ficou em primeiro lugar como um dos mercados mais atraentes para investimentos em imóveis no mundo, com uma porcentagem de 16% de aprovação. Deve-se levar em conta que entre os países emergentes, o Brasil está em 1º lugar, e atrai olhares de investidores internacionais para o mercado que surge alimentado pelos eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas.
Ótimas notícias para o Brasil
O Brasil passa recentemente por uma ótima fase de sua economia e também de projeções e perspectivas para um futuro próximo. A Organização das Nações Unidas (ONU), através de sua Conferência para o Comércio e Desenvolvimento, anunciou no início do mês de Setembro que o Brasil é o terceiro destino favorito das multnacionais para investimentos até o ano de 2012. Estados Unidos e países da Europa figuram abaixo do Brasil – que obteve 70 indicações das empresas que participaram do estudo.
Veja  AQUI mais detalhes da pesquisa da AFIRE.

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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Como passar tranquilamente por uma reforma a dois

Confira dicas para não fazer da obra na sua casa um estresse para o casamento


Reformar é uma prova de fogo para a vida a dois. Eis o efeito-obra: uma overdose concentrada das atribulações cotidianas de um casal em relação a dinheiro, divisão de tarefas e diferenças de gosto, turbinadas pelo estresse.
Reforma
Para uns, uma obra funciona como a gota d'água que expõe a crise existente sob a fina camada de reboco e termina até em separação. Para outros, trata-se de uma temporada turbulenta que, um dia, passa. E você, em que turma se encaixa? Confira algumas dicas para não cair no desmoronamento que uma reforma pode provocar a um casal.
::: Planejar a obra com antecedência e garante um estresse a menos
Assim fica mais fácil se assegurar de que os profissionais escolhidos estarão disponíveis no início da reforma e que o prazo poderá ser cumprido. Quanto mais se aproxima o final do ano, maior a procura – e consequentemente a disputa – pelos empreiteiros.
::: Os gastos com a obra costumam ser o motivo mais comum de estresse.
E isso não se resume à falta de dinheiro para realizar o que se planejou: não raro acaba em briga quando um deseja gastar mais do que o outro na reforma. O valor a ser investido e as prioridades nos gastos (a TV de tela gigante ou um lustre de antiquário?) são decisões a serem tomadas em conjunto. E não se esqueça:  uma obra pode sempre sair mais cara do que o previsto, e uma quantia de reserva é importante.
::: Obras são feitas de incontáveis escolhas
Modelo, cor e tecido do sofá, texturas, acabamentos, estilo das torneiras, a cor do granito... As opiniões do arquiteto são fundamentais para o casal tomar decisões sobre o projeto, mas o ideal é que marido e mulher conversem primeiro sobre seus gostos e expectativas _ isto ajuda a evitar discussões em público.
::: Se antes as mulheres habitualmente tomavam a frente do casal na decoração de interiores, agora os homens se mostram cada vez mais participativos nas decisões.
Logo, há mais instâncias de negociação. Em busca de consenso, alguns arquitetos adotam a estratégia de equalizar os gostos de cada um: quem usará mais este espaço?, perguntam.  O homem? Então que prevaleça o gosto dele aqui e o da mulher naqueles outros espaços.
::: Nem sempre é possível, mas o ideal é que a família não fique morando no mesmo local da reforma enquanto durar a obraÉ  um bom momento para hospedar-se em um hotel ou  sair de férias. Assim, é possível poupar-se da sujeira, da bagunça, do barulho e da presença constante de trabalhadores dentro de casa. Se não for possível, o jeito é respirar fundo e tentar ao menos manter o final de semana como folga da reforma.
::: Lembre-se: imprevistos fazem parte de qualquer obra
Então, se o pedreiro sumir no meio da jornada, se o sofá dos sonhos não couber no orçamento ou se, quando tudo parecia quase pronto, descobrir-se uma rachadura no encanamento, mentalize que, um dia, se chegará ao resultado final. Aí, se estará vivendo no lar idealizou, e tudo o que passou vai virar história para contar.
Fontes: arquitetos Bárbara Engel, Enio Vivian e Rogério Pandolfo.
Fonte: http://revista.penseimoveis.com.br/

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Vendas de imóveis em São Paulo caíram 18% em agosto



Pesquisa sobre o Mercado Imobiliário realizada pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) apontou queda de 18% nas vendas de imóveis em agosto, totalizando 2.234 novas unidades residenciais na cidade de São Paulo. Em julho, foram comercializados 2.722 imóveis. Em comparação a agosto do ano passado, no entanto, houve alta de 36,4%.

As unidades de dois quartos registraram 67,8% do total das vendas (1.514 unidades), seguidas por imóveis de três e um dormitórios com, respectivamente, 21% (469 unidades) e 6,3% (140 unidades) do total das vendas. Os imóveis com quatro dormitórios representaram 5% (111 unidades) de participação. Considerando o tamanho dos imóveis por meio da análise da área útil, o destaque ficou para os de 46 m² a 65 m², com 54,9% (1.226 imóveis) de participação do total de unidades vendidas.
Cerca de 80% das unidades comercializadas no mês (1.784 imóveis) se encontravam no período de lançamento, ou seja, nos primeiros seis meses desde o momento em que foram colocados em oferta no mercado. Segundo o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, "esses aspectos demonstram que a oferta de imóveis novos na cidade está plenamente aderente à demanda do mercado".
A Região Metropolitana de São Paulo foi responsável pelo consumo de 5.072 imóveis novos no oitavo mês de 2011, valor 11,4% superior ao percebido em julho, durante o qual 4.554 unidades foram comercializadas.
Lançamentos
Segundo a Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), foram lançadas 3.687 unidades em agosto, volume 35% maior que o registrado em julho (2.732 unidades).

http://www.piniweb.com.br/

sábado, 10 de setembro de 2011

Balanço do mercado imobiliário paulista no 1º semestre/2011



O balanço do mercado imobiliário no primeiro semestre foi apresentado terça-feira, 30/8, pelo economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, em coletiva de imprensa que contou com a presença do presidente da entidade, João Crestana. Petrucci fez um diagnóstico do cenário econômico mundial e brasileiro para contextualizar o desempenho do setor, bem como as medidas que foram e veem sendo adotadas pelos governos para conter os efeitos negativos da crise.

Em termos gerais, o mercado de imóveis residenciais foi influenciado, no primeiro semestre de 2011, por um cenário econômico completamente distinto daquele que se apresentava em igual período do ano passado. Porém, um dos fatores positivos, segundo ele, é a credibilidade refletida por meio boa avaliação que o País tem recebido das agências de classificação internacional de risco.

Mercado no primeiro semestre


Na capital paulista, as vendas acumuladas de 11.680 unidades entre janeiro e junho representaram variação negativa de 31,3% em relação ao mesmo intervalo de tempo em 2010, quando foram comercializadas 17.005 unidades. Os lançamentos totalizaram 13.992 unidades no semestre, de acordo com a Embraesp – Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio, o que representa um incremento de 3,0% comparativamente às 13.581 unidades lançadas no ano passado.
Segmentação – Do total comercializado, 80,4% (9.396 unidades) se encontravam em fase de lançamento – os seis meses iniciais em que o produto é colocado em oferta e que compreendem o momento de maior esforço promocional.
O segmento de 2 dormitórios respondeu por 40,3% do total de vendas acumulado no semestre (4.708 unidades), enquanto imóveis de 3 quartos participam com 29,5% dos negócios (3.441 unidades). Juntos, os nichos representaram 69,8% do volume comercializado na cidade de São Paulo.
Desempenho – O indicador VSO (Vendas Sobre Ofertas) médio no período foi de 13,2% ao mês, ante 21,6% ao mês em 2010. O VSO mede o desempenho de comercialização, por meio de cálculo do índice expresso em porcentagem, que mostra a relação entre o total de unidades vendidas e a oferta total existente no mesmo mês. Pode ser considerado como o saldo de oferta remanescente do mês anterior acrescido dos lançamentos.
REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO – RMSP A Região Metropolitana, composta por 39 municípios incluindo a Capital, teve 24.178 unidades vendidas, com variação negativa de 28% sobre os 33.576 imóveis negociados no semestre inicial de 2010.
As 24.739 unidades lançadas representaram queda de 9,0% frente às 27.187 unidades ofertadas de janeiro a junho do ano passado. O VSO médio ficou em 13,5% ao mês, contra 19,1% ao mês em igual semestre de 2010.
A participação da Capital no total de vendas da RMSP atingiu 48,3% este ano, com redução ante os 50,6% do ano passado.
Imóveis de 2 dormitórios ampliaram a participação, com 11.072 unidades e 45,8% do volume total comercializado no semestre. O mesmo ocorreu com o segmento de 3 dormitórios (7.954 unidades), que respondeu por 32,9% das vendas acumuladas na região.
As unidades de 2 e 3 quartos representaram, juntas, 78,7% do mercado da Região Metropolitana. Vale lembrar que, somados, ambos participaram com 69,8% do volume vendido na Capital.
Confira a íntegra do balanço do primeiro semestre de 2011.
Fonte: http://www.forumimobiliario.com.br

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Boom imobiliário: Está na moda dizer que o Brasil está na moda?



A “Onda Tupiniquim”, que gera esperança e especulação por parte de investidores estrangeiros no Brasil, também chegou ao setor imobiliário. Mas o que realmente favorece o Brasil, frente a outras economias mundiais, e por que o momento é ideal para que o Brasil também invista em publicidade internacional?
Segundo o DIEESE em 2010 toda a indústria brasileira cresceu 10,1% em comparação com 2009, sendo que o setor com o segundo maior crescimento foi da construção civil com 11,6%. Essa boa fase dos setores imobiliário e construção civil é resultado de um conjunto de fatores: aumento do crédito, apoio dos bancos públicos ao setor, queda nas taxas de juros, obras públicas, Programa de Aceleração do Crescimento, habitação com o Programa Minha Casa, Minha Vida, redução de impostos e infraestrutura a qual serão investidos R$ 196,7 bilhões nos próximos anos.
Os investimentos previstos para os próximos anos, com a realização da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos, também acenam com possibilidades de continuidade da expansão do crescimento até 2016. Para a Copa do Mundo já estão previstos mais de R$ 17 bilhões em investimentos, dos quais R$ 11,4 bilhões serão destinados para mobilidade urbana, aeroportos, portos, rede hoteleira e transportes públicos, sobretudo nas cidades-sede dos jogos.
O bom momento faz com que os empresários dos setores estimem crescimento de 8,5% em 2011, acima do previsto para o PIB deste ano. Assim, nunca antes o momento foi tão favorável para que proprietários de terrenos e imóveis invistam em publicidade online e internacional. Com eventos grandes que acontecerão no país nos próximos anos a especulação imobiliária particular e comercial está atraindo empresas que enxergam a oportunidade de altos lucros no país – que também é conhecido por seu grande potencial de turismo natural e de negócios, fazendo parte dos grandes circuitos dos eventos empresariais mundiais.
Mas como atrair esses investimentos? Como traçar o melhor planejamento para que meu imóvel seja visto por essas pessoas que procuram investir no Brasil?  Como vender meu imóvel com um bom preço, com rapidez e qualidade de contatos gerados através de meus anúncios? Como oferecer valor agregado, através de informações sobre o Brasil, sobre esse mercado em expansão aos meus clientes potenciais?
  
Este post foi escrito por: Fabio Procopio http://noticias.vivareal.com.br
 
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Mercado imobiliário brasileiro ganha a sua primeira rede social


Pela primeira vez, vendedores e compradores de imóveis têm alternativa para negociar diretamente
Uma rede social para unir quem quer vender e quem quer comprar imóveis sem intermediários. Essa é a proposta da ProprietárioDireto (www.proprietariodireto.com.br), que, apesar de pouco tempo no ar, já está em uso em mais de 80 cidades, atingindo um público superior a 1,3 mil pessoas interessadas em negociar diretamente. Além de compradores e vendedores, a rede envolve ainda outros personagens da cadeia imobiliária que podem oferecer informações e serviços a seu público-alvo. É o caso de profissionais como decoradores, arquitetos, engenheiros, paisagistas, entre muitos outros.
A ideia da ProprietárioDireto nasceu de um problema pessoal enfrentado pelo empresário Edgard Faciola. “Não encontrava um imóvel adequado às minhas necessidades e não me conformava em não conseguir negociar diretamente com o proprietário. Além disso, não havia um site onde eu pudesse descrever o que procurava comprar. As alternativas de classificados impressos ou digitais estão dominadas pelos intermediários e ficava difícil para distinguir, nesses meios tradicionais, os verdadeiros proprietários. Inovamos e hoje somos os únicos a oferecer um canal para isso, onde estão presentes compradores e vendedores no único marketplace social do setor”, diz. 
A partir daí, juntou-se a Flavio Maeda para criar a primeira rede social focada no mercado imobiliário. “A inovação da proposta vai além da aproximação das partes. Nossa missão é melhorar toda a cadeia de valor desse setor, que ainda é custosa e cheia de ineficiências”, afirma Maeda.
A certeza do sucesso do projeto, segundo os sócios, baseia-se também em pesquisas que apontam 10 milhões de famílias interessadas em comprar residência nos próximos anos. Outro dado estimulante é a expectativa de mais de 1 milhão de imóveis serem financiados este ano. Utilizando a ProprietárioDireto, as pessoas economizam tempo e, principalmente, dinheiro. Outra vantagem é a segurança, pois a maioria dos usuários possui perfis em outras redes sociais.
Na ProprietárioDireto, os vendedores podem cadastrar os imóveis, fazer upload das fotos, trocar mensagens com pessoas interessadas e adicionar possíveis interessados em sua lista de contatos. Já os compradores descrevem seu desejo de compra, encontram os vendedores por meio de ferramentas de busca ou match e entram diretamente em contato para negociar. Além disso, é possível iniciar discussões com outros usuários, trocar comentários e descobrir se o imóvel oferecido tem a ver com o que a pessoa realmente deseja. Os dois lados dessa cadeia podem compartilhar as informações também no Facebook e Twitter, ampliando a exposição da oferta.
Fonte:  http://www.segs.com.br/

A PADRÃO IMÓVEIS JA TEM O SEU PERFIL, E EM BREVE TERÁ OS IMÓVEIS CADASTRADOS.


http://www.proprietariodireto.com.br/profissional-publico.aspx?id=2523

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Bola na rede, cimento no chão – Oportunidades para um Brasil campeão




Pedreiros, azulejistas, marceneiros, pintores, eletricistas, entre outros – as oportunidades na área da construção civil são grandes, e o momento é agora.
A construção civil vive uma fase de grande expansão no Brasil e grandes investidores voltam seus olhares para as capitais que receberão a Copa do Mundo de 2014, com a oportunidade de investimento e lucros vindos do turismo, da compra e aluguel de imóveis, e também do espírito empreendedor que vive o país.
Desde o início do segundo semestre de 2009, o país vem apresentando altas taxas de crescimento no setor, fazendo com que a oferta de vagas se torne cada vez maior – o que resulta na necessidade de profissionais capacitados e realmente treinados em boas experiências no mercado.
Cursos técnicos que abarcam as áreas citadas acima estão em alta, e a vontade do brasileiro é a de contribuir com essa “onda” e ter a oportunidade talvez de conseguir um emprego seguro e com garantias de estabilidade. Esta é a nova cara do Brasil, um canteiro de obras que tem foco em novas experiências de mercado e atenta às necessidades de seus públicos.
Ainda tem duvidas a respeito dos benefícios que a Copa do Mundo e as Olimpíadas trarão ao Brasil? Setores como turismo, comunicação e prestação de serviços também já se preparam para este novo momento em que o  país está prestes a entrar – mão de obra especializada e com foco na excelência são características já conhecidas dos brasileiros no exterior, e agora é a hora de mostrar em nossa casa.
Você conhece algum projeto ou algum caso que esteja em andamento, e que tenha foco nas Olimpíadas e na Copa do Mundo? Envie para nós e ajude-nos a fazer deste espaço cada vez mais participativo.

Este post foi escrito por:

Fabio Procopio já escreveu 181 posts em Notícias sobre o mercado imobiliário brasileiro.
Fabio Procópio é graduando em Relações Públicas pela UNESP/Bauru e atualmente é Trainee da startup VivaReal em seu escritório em Bogotá - Colômbia.

Fonte: http://noticias.vivareal.com.br



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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Sonho da casa própria e suas armadilhas



Nos últimos anos, o sonho de adquirir a casa própria ficou mais próximo, isso somado à facilidade em conseguir financiamento bancário. Programas como, “Minha Casa Minha Vida”, do governo federal, ajudaram no aumento da oferta do credito imobiliário. Para se ter uma ideia, só no ano passado, foram comercializados 421 mil imóveis pelo SBPE – Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo. Com a inclusão de unidades obtidas por meio do FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, o número salta para 1,052 milhões de imóveis. Para 2011, o boom do mercado imobiliário deve continuar. A previsão é de que até o final deste ano sejam vendidas 1,070 bilhões de unidades, incluso recursos provenientes da caderneta de poupança e FGTS, o número deve ser superado, segundo a Abecip – Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança.

Com o crescimento da economia, muitas pessoas, na ânsia de comprar sua residência, não se atentam aos detalhes na hora de fechar o negócio. Com isso, é presa fácil de instituições financeiras, construtoras e imobiliárias, as quais visam apenas seus próprios interesses. Segundo estudo do Instituto Data Popular, nos próximos 12 meses, 9 milhões de famílias pretendem comprar seu imóvel. Mas antes de realizar a ambição da casa própria, cautela é essencial para não cair em armadilhas. Entre elas: taxas Sati (Sati, Serviço de Assessoria Técnica Imobiliária – taxa cobrada pelas corretoras na venda de imóveis novos, considerada ilegal por especialistas em direito imobiliário por vários motivos, fere o código de defesa do consumidor e até o código de ética da OAB – A contratação de advogados não pode ser imposta pela corretora) e interveniência, pagamento da comissão do corretor, incidência de juros sobre juros, atraso na entrega do imóvel, problemas na obra ou no prazo de entrega, propaganda enganosa, entre outros casos de abusos contra o mutuário.

Uma das práticas comuns no mercado imobiliário é a taxa Sati – Serviço de Assessoria Técnica Imobiliária, pela qual as imobiliárias impõem ao comprador o pagamento do percentual de 0,88% sobre o valor total do bem, alegando custos de assistência jurídica. Essa cobrança, porém, fere o artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor (CDC) e o Código de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), pela imposição de um defensor. O mutuário que estiver nesta situação deve entrar na Justiça para reaver o dinheiro que deverá ser restituído em dobro, além de ser acrescido de correção monetária e juros.

Outra cobrança indevida é a de juros sobre juros nos contratos feitos pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH). O procedimento é ilegal, como reconhecem o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Superior Tribunal Federal (STF). Mas a realidade, para o mutuário, é bem diferente: as parcelas aumentam e o comprador fica refém das instituições financeiras por não conseguir pagar, sem saber dos juros excessivos acrescidos nas suas prestações. Com base em jurisprudência, o mutuário deve requisitar na esfera judiciária a restituição dos encargos financeiros, mesmo aqueles que já quitaram o pagamento do imóvel. Mais um abuso é a arrecadação da chamada “taxa de interveniência”, que as construtoras impõem, na hipótese de o mutuário não optar pela financeira parceira dela. A sua imposição é considerada como venda casada e órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, a condenam. O valor pode chegar a R$3 mil ou, em alguns casos, a 2% do financiamento. O prejudicado poderá exigir no poder judiciário o dobro do valor pago, para isso é importante guardar todos os comprovantes.

O atraso na entrega do imóvel e problemas na sua estrutura são uma das situações que vêm gerando muitas reclamações. Cuidados como verificar a idoneidade da incorporadora, a qualidade dos outros empreendimentos da respectiva construtora e conversar com seus moradores é umas das formas de evitar as dores de cabeça. Depois, é preciso certificar se existem vazamentos, entupimentos, rachaduras ou problemas nas instalações elétricas e hidráulicas. Essa precaução é imprescindível antes de fechar o contrato. Em ambos os casos, se não houver acordo com o responsável pela obra, a vítima deve pleitear judicialmente o pagamento de indenização por danos materiais e morais, além do lucro que deixou ganhar. Cabe também, a opção do pedido de cancelamento do negócio firmado com a devolução integral da quantia já paga, devidamente atualizadas e acrescidas de juros. A comissão do corretor é outra artimanha que as construtoras utilizam para prejudicar o mutuário.

As incorporadoras contratam uma imobiliária para fazer a intermediação com o comprador e, para livrarem-se de pagar a comissão de 6% a 8%, na venda de imóveis residenciais – determinada pelo Creci – Conselho Regional de Corretores de Imóveis – obrigam o agente comercial a passar o recibo em nome dele ou até mesmo emitir nota fiscal pela imobiliária. Com isso, no momento de fechar o contrato, o adquirente do imóvel paga sem saber da sua ilegalidade ou muitas das vezes é coagido a aceitá-la. O procedimento é ilícito e a devolução deve acontecer de uma só vez em até 10 dias, corrigida com os encargos devidos. Quanto mais atraso no pagamento, é acrescida multa de 10% até chegar a penhorar bens da imobiliária ou da construtora. Atenção é primordial para que o mutuário fuja das armadilhas e da propaganda enganosa de bancos, incorporadoras e imobiliárias. Guarde todos os comprovantes que possam lhe auxiliar na hora de procurar os órgãos de defesa do consumidor e até mesmo a Justiça, seja para tirar dúvidas ou denunciar abusos. Tomando esses cuidados, o principal investimento da família será tranquilo.
Marco Aurélio Luz
Presidente da Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências – AMSPA.

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