quarta-feira, 13 de julho de 2011

Você compraria sua casa ou apartamento em um shopping?


No primeiro semestre de 2010 os financiamentos de imóveis avançaram quase 80% em comparação ao mesmo período em 2009, e de olho neste mercado as construtoras e imobiliárias encontraram nos shoppings um novo espaço para anunciar e levar seus “produtos” ao público em geral.
As roupas, livros e inclusive alimentos agora disputam um lugar na vitrine com as maquetes de imóveis que simulam e despertam o desejo do comprador que está passando pela frente da loja. Com estratégias de simulação dos espaços nos apartamentos e nas casas, o comprador pode ter a chance de visualizar como seria o imóvel com seus tamanhos e proporções reais.
Os profissionais das incorporadoras estão satisfeitos com este novo espaço para venda, e já dizem ser mais rentáveis do que os tradicionais “plantões de venda” que em muitas vezes não estão em um bom acesso para quem deseja comprar um imóvel.
Resta saber se este novo estilo de marketing e ponto de venda das imobiliárias e construtoras vai mesmo cair no gosto do brasileiro. Facilidades de pagamento com cartão de crédito já fazem parte deste novo contexto de venda de imóveis, e depois do cafezinho ou da compra de uma roupa, que tal se você saísse do shopping com um apartamento ou uma casa nova?

Fonte: http://noticias.vivareal.com.br/
 
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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Brasileiros não acreditam que o País estará preparado para a Copa do Mundo de 2014

 

aponta pesquisa da GfK:

 Transporte público é o principal gargalo, de acordo com o estudo

O Brasil está a menos de três anos de sediar a Copa do Mundo e, para 68% dos entrevistados em uma pesquisa realizada pela GfK, 4ª maior empresa de pesquisa de mercado no Brasil e 4º maior grupo mundial do setor, o País não estará preparado, em termos de infraestrutura, para receber o maior evento esportivo do mundo.
O estudo da GfK avaliou a opinião dos brasileiros em quatro áreas: estádios, aeroportos, hotéis e transporte público. O maior gargalo, de acordo com 79% dos consultados, estará no transporte público. Em seguida, aparecem os aeroportos, citados por 67%, e os estádios, 64%. No entanto, grande parte da população, 56%, está confiante na preparação dos hotéis.
Os integrantes das classes C e D e os habitantes da região Nordeste são os menos pessimistas com relação à preparação do Brasil nas diversas áreas, para receber o maior evento esportivo do mundo.
Para 42% dos entrevistados, o maior responsável pelo sucesso ou fracasso da Copa do Mundo de 2014 será o Governo Federal; 24% creditam o êxito ou a falha à FIFA, seguida dos governos estaduais e municipais (17%), das empresas privadas (10%) e, por último, é apontada a CBF (8%).
O estudo da GfK ouviu, em março deste ano, 1.000 pessoas, a partir dos 18 anos, de nove regiões metropolitanas (Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém) e de três capitais (Brasília, Goiânia e Manaus). 

Fonte: http://www.portalvgv.com.br
 
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sábado, 2 de julho de 2011

Venda de imóveis aumentou 48,1% em São Paulo





Cidade comercializou 2.319 novas unidades em abril, com destaque para residências com três dormitórios.

Secovi-SP (Sindicato da Habitação) divulgou a Pesquisa sobre o Mercado Imobiliário referente a abril de 2011, que apontou o aumento das vendas em 48,1% com relação ao mês anterior, totalizando 2.319 novas unidades residenciais na cidade de São Paulo.

As unidades de três quartos registraram 39,4% do total das vendas (914 unidades), seguidas por imóveis de dois e quatro dormitórios com, respectivamente, 35,2% (817 unidades) e 15,3% (357 unidades) do total das vendas. Os imóveis com um dormitório representaram 9,9% (231 unidades) de participação.

Considerando o tamanho dos imóveis por meio da análise da área útil, o destaque ficou para os que possuem de 46 m² a 65 m², com 37,9% (812 imóveis) de participação do total de unidades vendidas.

A Região Metropolitana de São Paulo foi responsável pelo consumo de 4.663 imóveis novos no quarto mês de 2011. A participação da cidade de São Paulo nas vendas alcançou 49,7%.

Lançamentos

Segundo a Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), foram lançadas 2.129 unidades em abril, volume 39,2% maior que o registrado em março (1.530 unidades). "Apesar de ser muito cedo para se afirmar, o mercado de imóveis novos residenciais na Região Metropolitana e na cidade de São Paulo parece iniciar o processo de retomada das vendas e de lançamentos, reforçando o desempenho tradicionalmente observado no segundo semestre", avalia Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.  

Fonte: Mauricio Lima - Piniweb.com.br
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Credito Imobiliario - Publico Jovem é o que mais contrata

 
Quando foi criado em 2009, o programa Minha Casa, Minha Vida movimentou o mercado imobiliário. Aproveitando-se do bom momento econômico no qual vivia o Brasil, apesar dos reflexos da crise financeira que assolavam o país, o programa habitacional do Governo fez renascer o sonho da casa própria. Mas não para todos.

Para comprar o imóvel próprio, aqueles que não se encaixam nos critérios do Minha Casa, Minha Vida precisam recorrer a outros meios. E são os bancos as fontes de recursos mais populares entre os brasileiros. Para se ter uma ideia, apenas em São Paulo, de acordo com dados do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), essa forma de pagamento para a compra de imóveis supera os 50% de participação em todas as regiões.

O percentual poderia ser maior, pois diante dos aumentos frequentes de juros, encurtamento dos prazos e, muitas vezes, por conta da burocracia, muitos ficam de fora e esperam outras oportunidades para a compra de imóveis.

Para entender melhor qual é o perfil dos brasileiros que têm acesso ao financiamento da casa própria, o InfoMoney consultou os maiores bancos do País e descobriu que quem contrata o crédito é jovem, na faixa dos 30 anos, homem, em ascensão de carreira e com família em formação.

Comportamento
“A maioria dos financiamentos é voltada para o homem, até porque, para eles, os financiamentos de casa e carro são os primeiros itens da lista quando pensam em crédito”, explica o gerente-executivo da Diretoria de Crédito do Banco do Brasil, Ewerton Gonçalves Chaves. Embora ainda novo no segmento (o crédito imobiliário no BB tem três anos), o banco já registra um saldo de R$ 3,4 bilhões em operações no primeiro trimestre deste ano, um aumento de 16,1% na comparação com 2010. O saldo médio por cliente é de R$ 98 mil, considerando o período.

No banco, 62,6% do saldo é de homens e 37,4% de mulheres. Chaves explica que, no caso delas, pesa a questão da entrada tardia no mercado de trabalho e da renda, ainda menor que a dos homens. Para resolver o problema, na hora de comprar a casa própria, a renda dela se soma a dele. “As famílias ainda superam e representam a maior parte dos clientes de crédito imobiliário. Mas os solteiros passam a ser um nicho a ser explorado”, acredita o executivo.

A renda de 16% dos clientes de crédito imobiliário do BB soma até R$ 2 mil. Outros 31% ganham entre R$ 2 mil e R$ 5 mil. Já 29% das operações é destinada a clientes com renda entre R$ 5 mil e R$ 10 mil. No HSBC, 39% dos clientes estão nessa faixa de renda, 19% ganham de R$ 3 mil a R$ 5 mil e 17% recebem até 3 mil. Parte relevante dos clientes do banco (25%) tem renda acima de R$ 10 mil.

Assim como no BB, no HSBC grande parte dos clientes de crédito imobiliário é jovem. Aqueles que se encontram na faixa entre os 30 e 50 anos de idade representam 70% dos clientes. O perfil dos clientes da Caixa Econômica Federal não é muito diferente: 29% estão na faixa dos 36 a 45 anos de idade e 42% têm até 35 anos. Do total de clientes, 63% são do sexo masculino e 37% do feminino.

Ao contrário dos demais bancos, porém, a renda dos brasileiros que contratam financiamento na CEF é mais baixa: 31% têm renda de até três salários mínimos e 33% entre três e seis mínimos. O banco é uma das instituições que mais concede crédito imobiliário do país e é o principal agente financeiro do Minha Casa, Minha Vida. Para se ter uma ideia, somente em São Paulo, os financiamentos feitos pelo banco representaram quase 50% do total das transações, segundo o Creci.

Em 2010, o saldo em carteira do crédito chegou a R$ 102,31 bilhões e 44% dos contratos eram para imóveis de até R$ 50 mil e outros 37% para contratos de valores entre R$ 50 mil e R$ 100 mil. Os brasileiros que contratam crédito imobiliário também têm outro ponto em comum: grande parte deles vive nas regiões Sul e Sudeste.

No caso do HSBC, apenas seis estados (São Paulo, Paraná, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro) concentraram cerca de 80% das contratações de 2010. No caso da Caixa, quase metade das contratações ficou concentrada na região Sudeste.

Tendências
Com programas como o Minha Casa, Minha Vida e o aumento da renda, a tendência é que o perfil de quem contrata financiamentos mude. E tudo isso muito por conta da entrada da classe C no universo do consumo. “A classe C é outro nicho que os bancos devem explorar”, reforça Chaves, do Banco do Brasil. “A oferta de imóveis para o público solteiro está cada vez maior e esse é um outro nicho”, diz o executivo.

No caso das mulheres, como elas apresentam taxas de inadimplência menores que a dos homens, elas tendem a ser outro foco. Até lá, a maior preocupação de quem pensa em comprar a casa própria é sair do aluguel. E não à toa, estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostrou que a participação na renda da despesa com a prestação da casa tem sido menor que a participação da despesa com aluguel.

A tendência é que o público que contrata financiamento imobiliário fique cada vez mais jovem, mais feminino e mais preocupado consigo mesmo.(Infomoney)
 


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'Wikileaks': Lula foi melhor presidente para setor imobiliário



O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi considerado como o melhor que o setor imobiliário já teve. A declaração dada pelo presidente  da construtora Cyrella, Eli Horn, está um relatório do então embaixador americano Clifford Sobel, em 2007, obtido pelo Wikileaks.
Sobel detalha no documento publicado pela agência de notícias "A Pública" uma conversa com Horn, afirmando que "a lua de mel" estaria no início. Na época, o Brasil teve um boom da construção civil.
"A maioria dos comentaristas acredita que o boom do mercado imobiliário americano está apenas começando", disse o embaixador. Os Estados Unidos tinha interesse em quase 60% dos acionistas da Cyrella, a maior construtura de prédios residenciais no país.
Contudo, o setor imobiliário tornou em 2008 o responsável pela maior crise financeira mundial que durou quase um ano.

Fonte: http://www.sidneyrezende.com/


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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Mercado imobiliário aposta na ecologia


Cresce o número de casas e apartamentos criados com preocupação ecológica.
Fique de olho: em alguns casos, promessas "verdes" podem ser exageradas.


A preocupação com o meio ambiente chegou à mesa dos corretores imobiliários. Em São Paulo, cresce o número de casas e apartamentos criados com cuidado ecológico.


Uma construtora lançará no mês que vem um condomínio que promete respeitar a natureza, apesar de reunir mil pessoas em suas quatro torres.

“Acreditamos que nosso papel seja um papel de melhoria da qualidade de vida das pessoas e a gente usou um processo industrial pra viabilizar um custo acessível”, afirma Luiz Fernando do Valle, presidente da construtora.

Todo o esgoto dos 400 banheiros será tratado dentro do próprio condomínio e usado de novo nas descargas; a água da chuva também será coletada para regar a futura horta; cuidados que podem economizar em até 30% as despesas do futuro condomínio.


  Novos hábitos
Cuidados como esse, até agora mais comuns em empreendimentos de alto padrão, já chegam uma variedade maior de condomínios. Em outra unidade que começa a ser vendida no centro de São Paulo, o respeito à natureza está em toda a parte: tem churrasqueira sem carvão, torneiras com temporizador e até usar energia solar para a iluminação das áreas comuns.

O síndico de um empreendimentos de alto padrão  lembra que não basta ter os equipamentos ecologicamente corretos. É preciso saber usá-los. “Tem que ter uma cultura, uma educação, constante treinamento dos proprietários e dos seus funcionários, porque a torneira verde fica ao lado da torneira normal e a água sai das duas torneiras”, diz Robert Schäfer.


  Nem tanto
Segundo pesquisadores de arquitetura e urbanismo, todo cuidado com a natureza é importante e bem-vindo. Mas é preciso tomar muito cuidado com as promessas "verdes" para que elas não sejam meros chamarizes na hora da venda do imóvel. E em empreendimentos onde vai viver muita gente, não basta tomar conta da ecologia só do lado de dentro dos portões.

A pesquisadora da Universidade de São Paulo lembra que grandes conjuntos residenciais sempre causam impacto na cidade, mesmo incorporando as últimas novidades ecológicas. “Sustentáveis, de forma geral, eles não são. Eles têm algumas características que são desejáveis pra você diminuir a sua agressão ao meio ambiente de forma individual”, explica a urbanista Luciana Travassos.

Fonte: G1 Economias e Negócios

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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Falta de Recursos no Mercado Imobiliario



SÃO PAULO – O setor imobiliário continuará em pleno crescimento, mas pode ser ameaçado em certa medida por uma possível carência de recursos nos próximos quatro anos, segundo afirmou o presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), João Crestana.

“Temos de identificar, desde já, os estudos e as discussões com bancos públicos e privados, Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) e securitizadoras, a fim de promover ajustes legais e culturais para consolidar o mercado de capitais”, afirmou, por meio de nota.

Para Crestana, para chegar em 2014 com a linha de crédito imobiliário robusta, é preciso alinhar os debates sobre recursos alternativos. “Durante 2011 ainda haverá recursos da poupança e do FGTS capazes de suprir a demanda por financiamentos à produção e aquisição de imóveis. Mas o setor deverá dar continuidade às discussões”.

Crescimento
Apesar desse problema, Crestana enxerga um crescimento sustentável do setor. “O cenário futuro é de mercado sólido e nivelado, sem risco de 'bolha', pois há compradores e o nosso sistema financeiro é rígido na concessão de créditos”, considerou.

“Este ano ainda será de forte transição em todos os segmentos econômicos. No segmento da construção civil e imobiliário os lançamentos e as vendas de imóveis de luxo, e aqueles voltados para a classe média-alta, deverão permanecer estáveis”, avaliou Crestana.

Problemas
Junto ao crescimento do setor devem aumentar também os problemas. “Ainda serão percebidos atrasos na entrega das unidades, problema que despontou em 2010 e atingiu o dia a dia de algumas empresas e consumidores. A dificuldade enfrentada por essas companhias reflete o forte aquecimento desse segmento, que passou por 20 anos de estagnação”.

Como desafios para a superação desse problema e para um crescimento mais sustentável do setor, o presidente do Secovi-SP cita os investimentos em formação de mão de obra especializada e em equipamentos para a construção civil, além da aquisição de terrenos em áreas que não excluam para as periferias a população de baixa renda.

Nova fase do Minha Casa, Minha Vida
A segunda etapa do programa habitacional do governo entrará em vigor oficialmente na quinta-feira (16). Uma das principais mudanças é quanto a renda que as famílias devem ter para participarem do programa. Agora, o limite é nominal e fixado em R$ 4.650. Antes, como a regra definia um teto de até dez salários mínimos, o valor equivaleria R$ 5.450.

Com a medida, pretende-se atender exclusivamente as famílias de renda mais baixa. Crestana discorda: “trinta milhões de pessoas adentraram a classe média e não podem ser excluídas do programa somente porque tiveram melhoria de renda”, disse.

http://economia.uol.com.br