sábado, 31 de março de 2012

Vendas de imóveis usados devem crescer em 2012



São Paulo, 24 de fevereiro de 2012 – A operação brasileira da americana CENTURY 21, maior rede de franquias imobiliárias do mundo, prevê crescimento significativo nas vendas de imóveis usados em 2012. No último trimestre do ano passado as imobiliárias da Marca comercializaram em todo o país 664 imóveis de terceiros, ou seja, 107% a mais em comparação com o terceiro trimestre do mesmo ano. Para os primeiros três meses deste ano, a expectativa de crescimento é de pelo menos 25%.
Um dos fatores que deve impulsionar as vendas de imóveis usados é o acesso ao crédito imobiliário. “Estima-se que o financiamento imobiliário ultrapasse, neste ano, o montante de R$ 150 bilhões, um crescimento de 30% em relação a 2011”, afirma Ernani Assis, Presidente & CEO da Century 21 Brasil,  no Brasil e no Uruguai.
Além da facilidade de acesso ao crédito, há outros fatores que devem estimular a aquisição de imóveis usados. “Nos últimos anos vimos o Brasil passar por transformações políticas e sociais que fortaleceram sua economia e contribuíram para o bem estar da população. Esse aumento, aliado ao elevado déficit habitacional do país, se configurou em uma excelente oportunidade de crescimento, impulsionado por outros indicadores como o adensamento demográfico e o crescimento da população ativa”, explica Assis.
Paralelamente ao crescimento das vendas, os preços dos imóveis usados vão subir, enquanto que o valor dos lançamentos ficará estável. “Essa acomodação mostra que não há previsão de novos recordes de vendas, embora seja esperado um crescimento da cadeia da indústria da construção civil de 9% em 2012”.
De acordo com Assis, há uma previsão de redução no número de lançamentos neste ano. “O mercado imobiliário possui ciclos de expansão. As incorporadoras e construtoras estão se preparando para a entrega dos imóveis comercializados em 2009 e 2010 e é mais do que normal um ajuste na análise de viabilidade de novos lançamentos nestas regiões. Isso denota, também, a maturidade e a responsabilidade do setor”.

Expansão

Paralelamente aos índices da indústria, a CENTURY 21 Brasil Real Estate continua a crescer de forma agressiva no país, pretendendo abrir mais 70 lojas franqueadas em 2012, oferecendo às famílias brasileiras tranqüilidade e segurança em todas as transações imobiliárias através de profissionais altamente capacitados.
Além da representação imobiliária, a CENTURY 21 Brasil Real Estate possui vários produtos e serviços em suas lojas, como serviços de mudança; crédito imobiliário; seguro residencial e fiança locatícia; a opção de leiloar imóveis privados e descomplicados; e prevê iniciar até a venda de seguro de automóveis via web a partir deste ano.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis reconhece potencial brasileiro


A Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (AFIRE) divulgou recentemente o resultado de sua pesquisa anual onde o Brasil encontra-se na segunda colocação como país que oferece uma das melhores oportunidades de valorização dos investimentos imobiliários, perdendo somente para a China.
Em 2009, o Brasil ficou em primeiro lugar como um dos mercados mais atraentes para investimentos em imóveis no mundo, com uma porcentagem de 16% de aprovação. Deve-se levar em conta que entre os países emergentes, o Brasil está em 1º lugar, e atrai olhares de investidores internacionais para o mercado que surge alimentado pelos eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas.
Ótimas notícias para o Brasil
O Brasil passa recentemente por uma ótima fase de sua economia e também de projeções e perspectivas para um futuro próximo. A Organização das Nações Unidas (ONU), através de sua Conferência para o Comércio e Desenvolvimento, anunciou no início do mês de Setembro que o Brasil é o terceiro destino favorito das multnacionais para investimentos até o ano de 2012. Estados Unidos e países da Europa figuram abaixo do Brasil – que obteve 70 indicações das empresas que participaram do estudo.
Veja  AQUI mais detalhes da pesquisa da AFIRE.

Este post foi escrito por:http://noticias.vivareal.com.br/

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Como passar tranquilamente por uma reforma a dois

Confira dicas para não fazer da obra na sua casa um estresse para o casamento


Reformar é uma prova de fogo para a vida a dois. Eis o efeito-obra: uma overdose concentrada das atribulações cotidianas de um casal em relação a dinheiro, divisão de tarefas e diferenças de gosto, turbinadas pelo estresse.
Reforma
Para uns, uma obra funciona como a gota d'água que expõe a crise existente sob a fina camada de reboco e termina até em separação. Para outros, trata-se de uma temporada turbulenta que, um dia, passa. E você, em que turma se encaixa? Confira algumas dicas para não cair no desmoronamento que uma reforma pode provocar a um casal.
::: Planejar a obra com antecedência e garante um estresse a menos
Assim fica mais fácil se assegurar de que os profissionais escolhidos estarão disponíveis no início da reforma e que o prazo poderá ser cumprido. Quanto mais se aproxima o final do ano, maior a procura – e consequentemente a disputa – pelos empreiteiros.
::: Os gastos com a obra costumam ser o motivo mais comum de estresse.
E isso não se resume à falta de dinheiro para realizar o que se planejou: não raro acaba em briga quando um deseja gastar mais do que o outro na reforma. O valor a ser investido e as prioridades nos gastos (a TV de tela gigante ou um lustre de antiquário?) são decisões a serem tomadas em conjunto. E não se esqueça:  uma obra pode sempre sair mais cara do que o previsto, e uma quantia de reserva é importante.
::: Obras são feitas de incontáveis escolhas
Modelo, cor e tecido do sofá, texturas, acabamentos, estilo das torneiras, a cor do granito... As opiniões do arquiteto são fundamentais para o casal tomar decisões sobre o projeto, mas o ideal é que marido e mulher conversem primeiro sobre seus gostos e expectativas _ isto ajuda a evitar discussões em público.
::: Se antes as mulheres habitualmente tomavam a frente do casal na decoração de interiores, agora os homens se mostram cada vez mais participativos nas decisões.
Logo, há mais instâncias de negociação. Em busca de consenso, alguns arquitetos adotam a estratégia de equalizar os gostos de cada um: quem usará mais este espaço?, perguntam.  O homem? Então que prevaleça o gosto dele aqui e o da mulher naqueles outros espaços.
::: Nem sempre é possível, mas o ideal é que a família não fique morando no mesmo local da reforma enquanto durar a obraÉ  um bom momento para hospedar-se em um hotel ou  sair de férias. Assim, é possível poupar-se da sujeira, da bagunça, do barulho e da presença constante de trabalhadores dentro de casa. Se não for possível, o jeito é respirar fundo e tentar ao menos manter o final de semana como folga da reforma.
::: Lembre-se: imprevistos fazem parte de qualquer obra
Então, se o pedreiro sumir no meio da jornada, se o sofá dos sonhos não couber no orçamento ou se, quando tudo parecia quase pronto, descobrir-se uma rachadura no encanamento, mentalize que, um dia, se chegará ao resultado final. Aí, se estará vivendo no lar idealizou, e tudo o que passou vai virar história para contar.
Fontes: arquitetos Bárbara Engel, Enio Vivian e Rogério Pandolfo.
Fonte: http://revista.penseimoveis.com.br/

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Vendas de imóveis em São Paulo caíram 18% em agosto



Pesquisa sobre o Mercado Imobiliário realizada pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) apontou queda de 18% nas vendas de imóveis em agosto, totalizando 2.234 novas unidades residenciais na cidade de São Paulo. Em julho, foram comercializados 2.722 imóveis. Em comparação a agosto do ano passado, no entanto, houve alta de 36,4%.

As unidades de dois quartos registraram 67,8% do total das vendas (1.514 unidades), seguidas por imóveis de três e um dormitórios com, respectivamente, 21% (469 unidades) e 6,3% (140 unidades) do total das vendas. Os imóveis com quatro dormitórios representaram 5% (111 unidades) de participação. Considerando o tamanho dos imóveis por meio da análise da área útil, o destaque ficou para os de 46 m² a 65 m², com 54,9% (1.226 imóveis) de participação do total de unidades vendidas.
Cerca de 80% das unidades comercializadas no mês (1.784 imóveis) se encontravam no período de lançamento, ou seja, nos primeiros seis meses desde o momento em que foram colocados em oferta no mercado. Segundo o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, "esses aspectos demonstram que a oferta de imóveis novos na cidade está plenamente aderente à demanda do mercado".
A Região Metropolitana de São Paulo foi responsável pelo consumo de 5.072 imóveis novos no oitavo mês de 2011, valor 11,4% superior ao percebido em julho, durante o qual 4.554 unidades foram comercializadas.
Lançamentos
Segundo a Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), foram lançadas 3.687 unidades em agosto, volume 35% maior que o registrado em julho (2.732 unidades).

http://www.piniweb.com.br/

sábado, 10 de setembro de 2011

Balanço do mercado imobiliário paulista no 1º semestre/2011



O balanço do mercado imobiliário no primeiro semestre foi apresentado terça-feira, 30/8, pelo economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, em coletiva de imprensa que contou com a presença do presidente da entidade, João Crestana. Petrucci fez um diagnóstico do cenário econômico mundial e brasileiro para contextualizar o desempenho do setor, bem como as medidas que foram e veem sendo adotadas pelos governos para conter os efeitos negativos da crise.

Em termos gerais, o mercado de imóveis residenciais foi influenciado, no primeiro semestre de 2011, por um cenário econômico completamente distinto daquele que se apresentava em igual período do ano passado. Porém, um dos fatores positivos, segundo ele, é a credibilidade refletida por meio boa avaliação que o País tem recebido das agências de classificação internacional de risco.

Mercado no primeiro semestre


Na capital paulista, as vendas acumuladas de 11.680 unidades entre janeiro e junho representaram variação negativa de 31,3% em relação ao mesmo intervalo de tempo em 2010, quando foram comercializadas 17.005 unidades. Os lançamentos totalizaram 13.992 unidades no semestre, de acordo com a Embraesp – Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio, o que representa um incremento de 3,0% comparativamente às 13.581 unidades lançadas no ano passado.
Segmentação – Do total comercializado, 80,4% (9.396 unidades) se encontravam em fase de lançamento – os seis meses iniciais em que o produto é colocado em oferta e que compreendem o momento de maior esforço promocional.
O segmento de 2 dormitórios respondeu por 40,3% do total de vendas acumulado no semestre (4.708 unidades), enquanto imóveis de 3 quartos participam com 29,5% dos negócios (3.441 unidades). Juntos, os nichos representaram 69,8% do volume comercializado na cidade de São Paulo.
Desempenho – O indicador VSO (Vendas Sobre Ofertas) médio no período foi de 13,2% ao mês, ante 21,6% ao mês em 2010. O VSO mede o desempenho de comercialização, por meio de cálculo do índice expresso em porcentagem, que mostra a relação entre o total de unidades vendidas e a oferta total existente no mesmo mês. Pode ser considerado como o saldo de oferta remanescente do mês anterior acrescido dos lançamentos.
REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO – RMSP A Região Metropolitana, composta por 39 municípios incluindo a Capital, teve 24.178 unidades vendidas, com variação negativa de 28% sobre os 33.576 imóveis negociados no semestre inicial de 2010.
As 24.739 unidades lançadas representaram queda de 9,0% frente às 27.187 unidades ofertadas de janeiro a junho do ano passado. O VSO médio ficou em 13,5% ao mês, contra 19,1% ao mês em igual semestre de 2010.
A participação da Capital no total de vendas da RMSP atingiu 48,3% este ano, com redução ante os 50,6% do ano passado.
Imóveis de 2 dormitórios ampliaram a participação, com 11.072 unidades e 45,8% do volume total comercializado no semestre. O mesmo ocorreu com o segmento de 3 dormitórios (7.954 unidades), que respondeu por 32,9% das vendas acumuladas na região.
As unidades de 2 e 3 quartos representaram, juntas, 78,7% do mercado da Região Metropolitana. Vale lembrar que, somados, ambos participaram com 69,8% do volume vendido na Capital.
Confira a íntegra do balanço do primeiro semestre de 2011.
Fonte: http://www.forumimobiliario.com.br

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Boom imobiliário: Está na moda dizer que o Brasil está na moda?



A “Onda Tupiniquim”, que gera esperança e especulação por parte de investidores estrangeiros no Brasil, também chegou ao setor imobiliário. Mas o que realmente favorece o Brasil, frente a outras economias mundiais, e por que o momento é ideal para que o Brasil também invista em publicidade internacional?
Segundo o DIEESE em 2010 toda a indústria brasileira cresceu 10,1% em comparação com 2009, sendo que o setor com o segundo maior crescimento foi da construção civil com 11,6%. Essa boa fase dos setores imobiliário e construção civil é resultado de um conjunto de fatores: aumento do crédito, apoio dos bancos públicos ao setor, queda nas taxas de juros, obras públicas, Programa de Aceleração do Crescimento, habitação com o Programa Minha Casa, Minha Vida, redução de impostos e infraestrutura a qual serão investidos R$ 196,7 bilhões nos próximos anos.
Os investimentos previstos para os próximos anos, com a realização da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos, também acenam com possibilidades de continuidade da expansão do crescimento até 2016. Para a Copa do Mundo já estão previstos mais de R$ 17 bilhões em investimentos, dos quais R$ 11,4 bilhões serão destinados para mobilidade urbana, aeroportos, portos, rede hoteleira e transportes públicos, sobretudo nas cidades-sede dos jogos.
O bom momento faz com que os empresários dos setores estimem crescimento de 8,5% em 2011, acima do previsto para o PIB deste ano. Assim, nunca antes o momento foi tão favorável para que proprietários de terrenos e imóveis invistam em publicidade online e internacional. Com eventos grandes que acontecerão no país nos próximos anos a especulação imobiliária particular e comercial está atraindo empresas que enxergam a oportunidade de altos lucros no país – que também é conhecido por seu grande potencial de turismo natural e de negócios, fazendo parte dos grandes circuitos dos eventos empresariais mundiais.
Mas como atrair esses investimentos? Como traçar o melhor planejamento para que meu imóvel seja visto por essas pessoas que procuram investir no Brasil?  Como vender meu imóvel com um bom preço, com rapidez e qualidade de contatos gerados através de meus anúncios? Como oferecer valor agregado, através de informações sobre o Brasil, sobre esse mercado em expansão aos meus clientes potenciais?
  
Este post foi escrito por: Fabio Procopio http://noticias.vivareal.com.br
 
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Mercado imobiliário brasileiro ganha a sua primeira rede social


Pela primeira vez, vendedores e compradores de imóveis têm alternativa para negociar diretamente
Uma rede social para unir quem quer vender e quem quer comprar imóveis sem intermediários. Essa é a proposta da ProprietárioDireto (www.proprietariodireto.com.br), que, apesar de pouco tempo no ar, já está em uso em mais de 80 cidades, atingindo um público superior a 1,3 mil pessoas interessadas em negociar diretamente. Além de compradores e vendedores, a rede envolve ainda outros personagens da cadeia imobiliária que podem oferecer informações e serviços a seu público-alvo. É o caso de profissionais como decoradores, arquitetos, engenheiros, paisagistas, entre muitos outros.
A ideia da ProprietárioDireto nasceu de um problema pessoal enfrentado pelo empresário Edgard Faciola. “Não encontrava um imóvel adequado às minhas necessidades e não me conformava em não conseguir negociar diretamente com o proprietário. Além disso, não havia um site onde eu pudesse descrever o que procurava comprar. As alternativas de classificados impressos ou digitais estão dominadas pelos intermediários e ficava difícil para distinguir, nesses meios tradicionais, os verdadeiros proprietários. Inovamos e hoje somos os únicos a oferecer um canal para isso, onde estão presentes compradores e vendedores no único marketplace social do setor”, diz. 
A partir daí, juntou-se a Flavio Maeda para criar a primeira rede social focada no mercado imobiliário. “A inovação da proposta vai além da aproximação das partes. Nossa missão é melhorar toda a cadeia de valor desse setor, que ainda é custosa e cheia de ineficiências”, afirma Maeda.
A certeza do sucesso do projeto, segundo os sócios, baseia-se também em pesquisas que apontam 10 milhões de famílias interessadas em comprar residência nos próximos anos. Outro dado estimulante é a expectativa de mais de 1 milhão de imóveis serem financiados este ano. Utilizando a ProprietárioDireto, as pessoas economizam tempo e, principalmente, dinheiro. Outra vantagem é a segurança, pois a maioria dos usuários possui perfis em outras redes sociais.
Na ProprietárioDireto, os vendedores podem cadastrar os imóveis, fazer upload das fotos, trocar mensagens com pessoas interessadas e adicionar possíveis interessados em sua lista de contatos. Já os compradores descrevem seu desejo de compra, encontram os vendedores por meio de ferramentas de busca ou match e entram diretamente em contato para negociar. Além disso, é possível iniciar discussões com outros usuários, trocar comentários e descobrir se o imóvel oferecido tem a ver com o que a pessoa realmente deseja. Os dois lados dessa cadeia podem compartilhar as informações também no Facebook e Twitter, ampliando a exposição da oferta.
Fonte:  http://www.segs.com.br/

A PADRÃO IMÓVEIS JA TEM O SEU PERFIL, E EM BREVE TERÁ OS IMÓVEIS CADASTRADOS.


http://www.proprietariodireto.com.br/profissional-publico.aspx?id=2523

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